Será que a vaidade interfere nos relacionamentos amorosos?
Muitas vezes sim. Existem vários casos e situações que provocam isso.
Vou comentar algumas, talvez você se identifique:
Muitas mulheres demoram mais de uma hora para se arrumar, logo no dia
em que o marido a chama pra jantar. E aí já viu né, ele fica cansado e estressado
de tanto esperar. Em alguns casais o problema está na falta de vaidade e de autoestima
da esposa, que prefere ficar em casa e se manter do mesmo jeito o dia inteiro.
Há casos em que os homens são metrossexuais e querem dividir o espelho com sua
esposa, isso deixa muitas a mulheres super irritadas. Pelo que podemos perceber
há vários casos diferentes, mas com uma única solução: a compreensão e a auto-avaliação.
Nada em exagero é bom, tudo deve ser equilibrado, pois a partir do momento que
isso interfere na sua vida passa a ser algo ruim, que enfraquece o
relacionamento. Então vamos cuidar da nossa aparência sim, mas sem deixar que
isso vire prioridade em nossas vidas. A prioridade é VIVER BEM SEMPRE.
Como falei da
vaidade nos relacionamentos, deixo um lindo poema para os casais vaidosos.
Bom mergulho pessoal!!!
Vaidosa
Dizem
que tu és pura como um lírio
E mais fria e insensível que o granito,
E que eu que passo aí por favorito
Vivo louco de dor e de martírio.
Contam que tens um modo altivo e sério,
Que és muito desdenhosa e presumida,
E que o maior prazer da tua vida,
Seria acompanhar-me ao cemitério.
Chamam-te a bela imperatriz das fátuas,
A déspota, a fatal, o figurino,
E afirmam que és um molde alabastrino,
E não tens coração, como as estátuas.
E narram o cruel martirológio
Dos que são teus, ó corpo sem defeito,
E julgam que é monótono o teu peito
Como o bater cadente dum relógio.
Porém eu sei que tu, que como um ópio
Me matas, me desvairas e adormeces,
És tão loura e dourada como as messes
E possuis muito amor... muito amor-próprio.
Cesário Verde, in 'O Livro de Cesário Verde'
E mais fria e insensível que o granito,
E que eu que passo aí por favorito
Vivo louco de dor e de martírio.
Contam que tens um modo altivo e sério,
Que és muito desdenhosa e presumida,
E que o maior prazer da tua vida,
Seria acompanhar-me ao cemitério.
Chamam-te a bela imperatriz das fátuas,
A déspota, a fatal, o figurino,
E afirmam que és um molde alabastrino,
E não tens coração, como as estátuas.
E narram o cruel martirológio
Dos que são teus, ó corpo sem defeito,
E julgam que é monótono o teu peito
Como o bater cadente dum relógio.
Porém eu sei que tu, que como um ópio
Me matas, me desvairas e adormeces,
És tão loura e dourada como as messes
E possuis muito amor... muito amor-próprio.
Cesário Verde, in 'O Livro de Cesário Verde'
Denise R
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