domingo, 9 de setembro de 2012

VAIDADE


Vaidade

por: Roberto Lazaro Silveira

 

Uma pessoa vaidosa idealiza uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. Mostra com extravagância seus pontos positivos e esconde seus pontos negativos.

A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho.

Para a psicanálise de Freud a vaidade está ligada ao narcisismo, assim, atribuímos à feminilidade maior quantidade de narcisismo, que também afeta a escolha objetal da mulher, de modo que, para ela, ser amada é uma necessidade mais forte que amar.

A inveja do pênis tem em parte, como efeito, também a vaidade física das mulheres, de vez que elas não podem fugir à necessidade de valorizar seus encantos, do modo mais evidente, como uma tardia compensação por sua inferioridade sexual original.

Eis o “enigma da natureza feminina”: “anatomia é destino”. Para Freud, passividade, masoquismo, frigidez, vaidade, são atributos da constituição feminina, resultado da consciência de nossa castração e conseqüente inveja do pênis; esta inveja será substituída pelo desejo de ter um bebê – preferencialmente masculino, para quem a mãe transfere a ambição que ela foi obrigada a suprimir. A maternidade, esse complexo e insubstituível motor da vida, teria então sua origem em um sentimento menor, o da inveja.

Também para Freud a vaidade, quando bem administrada, é o motor das realizações.

A vaidade é o ponto fraco do herói Sansão na mitologia.

A vaidade é considerada o mais grave dos pecados capitais.
 
 
Regina Cláudia.







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